segunda-feira, 15 de julho de 2013

PI: obra de shopping desaba e operário fica ferido em Teresina

Parte da obra do shopping Rio Poty em Teresina, no Piauí, desabou no início da madrugada desta quinta-feira deixando um operário ferido.

Parte da obra do shopping Rio Poty em Teresina, no Piauí, desabou no início da madrugada desta quinta-feira deixando um operário ferido
Parte da obra do shopping Rio Poty em Teresina, no Piauí, desabou no início da madrugada desta quinta-feira deixando um operário ferido. O desmoronamento ocorreu por volta da 0h50 ruindo as paredes dos quatro andares do prédio. O funcionário foi soterrado e resgatado com vida. Daniel da Silva Ramos, técnico de almoxarifado, sofreu fratura nas pernas e foi levado ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT). Ele não corre risco de morte.
Daniel da Silva Ramos, técnico de almoxarifado, sofreu fratura nas pernas e foi levado ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT). Ele não corre risco de morte.
O empreendimento é do Grupo Sá Cavalcante, que anunciou investimento da ordem de R$ 1,2 bilhões. A primeira etapa da obra estava prevista para outubro deste ano. No shopping estava sendo construído 300 lojas, salas de cinemas, e seria entregue um centro comercial e mais de mil apartamentos de moradias. 
O empreendimento é do Grupo Sá Cavalcante, que anunciou investimento da ordem de R$ 1,2 bilhões.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, 70 % das obras da primeira etapa do shopping desabaram. Os moradores próximos disseram que ouviram um estrondo parecido com o de queda de avião. “O desabamento ocorreu como uma espécie de efeito dominó. Tinha 16 operários na obra e deu tempo de saírem correndo. Mais um ficou ferido e a ambulância do Corpo de Bombeiro fez o socorro”, disse capitão Oziel de Sousa, do Corpo de Bombeiros.
No shopping estava sendo construído 300 lojas, salas de cinemas, e seria entregue um centro comercial e mais de mil apartamentos de moradias.
No local há muitos destroços. Os bombeiros isolaram a área, pois há risco de novos desabamentos. Parte dos quatro pavimentos veio ao chão. Funcionários que trabalham no Shopping Rio Poty informaram que a parte que desabou é a denominada "Asa Norte" e seria semelhante à asa de um avião. Ao todo, 620 operários trabalham durante o dia e 150 à noite. 
De acordo com o Corpo de Bombeiros, 70 % das obras da primeira etapa desabaram
A assessoria do grupo Sá Cavalcante emitiu nota na manhã desta quinta-feira e lamentou o acidente. "A SC2 Shopping Centers Teresina Ltda já colocou à disposição dos familiares da vítima toda a assistência necessária. As causas do acidente estão sendo apuradas e, tão logo tenha informações mais detalhadas sobre o fato, a empresa vai torná-las disponíveis à opinião pública", informou o comunicado.
Funcionários que trabalham no Shopping Rio Poty informaram que a parte que desabou é a denominada "Asa Norte" e seria semelhante à asa de um avião

sexta-feira, 12 de julho de 2013

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Construtora é obrigada a transferir 14 operários para hotel

FISCALIZAÇÃO EXISTE SIM DENUNCIE!
Data: 10/07/2013 / Fonte: G1 São Carlos e Araraquara 

Araraquara/SP- A Engescav Engenharia Construções Ltda, empresa responsável pela construção do conjunto habitacional Vila Dignidade, em Araraquara (SP), foi obrigada na quarta-feira (10) a transferir para um hotel 14 operários que atuavam na obra.

Na segunda-feira (8), eles denunciaram que estavam vivendo em um alojamento precário, não tinham alimentação adequada e os equipamentos de proteção eram velhos. A medida foi tomada em uma reunião com fiscais da Subdelegacia do Trabalho de Araraquara e Sindicato da Construção Civil.

Fiscalização do sindicato e da subdelegacia comprovaram irregularidades no alojamento da obra, durante inspeção na quarta (10). Na próxima sexta-feira (12), a construtora vai ter uma audiência na subdelegacia para regularizar o contrato de quatro funcionários que estavam sem carteira assinada e será autuada pelas irregularidades. Os responsáveis pela empresa não foram localizados para comentar o assunto, assim como os da GMV, terceirizada que contratou os pedreiros.

O caso
Os trabalhadores, que vieram do Piauí, Maranhão e Bahia, dormiam em colchões e colchonetes no chão e em beliches improvisados por eles mesmos. Na casa, havia apenas um banheiro com um chuveiro, quando a legislação trabalhista exige um banheiro para cada dez trabalhadores. A geladeira com comida ficava trancada com um cadeado. e outra tinha apenas garrafas de água.

Os operários não tinham café da manhã, apenas almoço e jantar, mas, mesmo assim, R$ 150 eram descontados dos salários para alimentação.

Eles disseram que não recebiam holerite ou qualquer comprovante de pagamento. Um dos pedreiros disse que recebeu R$ 2,8 mil em dois meses, bem menos que os R$ 3,5 mil mensais que lhe prometeram.

Além disso, vieram sem registro em carteira e reclamaram da falta de equipamentos adequados para o trabalho.

Lista Suja do trabalho escravo inclui exploração infantil

TRABALHO ESCRAVO EXISTE SIM E BEM PERTO DE VOCÊ DENUNCIE!
Serviços forçados, submissão a condições degradantes de vida, jornadas exaustivas, restrições à liberdade de ir e vir e todas as demais situações características da escravidão contemporânea não são formas de violência que têm por alvo exclusivo homens e mulheres adultos. Fiscalizações com o objetivo de investigar o emprego de mão de obra análoga à escrava também encontram com frequência crianças e adolescentes sujeitas a tais violências.

De acordo com levantamento da Repórter Brasil, a atualização ocorrida em 28 de junho do cadastro de empregadores flagrados explorando pessoas em condição análoga à de escravatura, a chamada "lista suja" do trabalho escravo, contém, num total um de 142 novos nomes incluídos, a participação de pelo menos oito deles em casos de exploração laboral infantil. Mantida em conjunto pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), a relação é considerada uma das mais importantes ferramentas na luta pela erradicação da escravidão contemporânea no Brasil.

No total, a "lista suja" do trabalho escravo conta com 503 nomes Clique aqui para ver a tabela completa 
http://reporterbrasil.org.br/listasuja/resultado.php

A relação vem sendo atualizada semestralmente, desde o final de 2003, e reúne empregadores flagrados pelo poder público na exploração de mão de obra em condições análogas à escravidão. O cadastro tem sido um dos principais instrumentos no combate à prática, através da pressão da opinião pública e da repressão econômica. Após a inclusão do infrator, instituições federais, como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o BNDES suspendem a contratação de financiamentos e o acesso a crédito. Bancos privados também estão proibidos de conceder crédito rural aos relacionados na lista por determinação do Conselho Monetário Nacional.

A inclusão de oito empregadores flagrados com o uso da mão de obra de crianças e adolescentes entre os 142 novos nomes reforça o elo entre as formas contemporâneas de escravidão e o trabalho infantil. Segundo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), publicado em 2011, cerca de 90% do montante de adultos sujeitos à escravatura em território brasileiro até aquele momento haviam começado a trabalhar antes dos 16 anos de idade.

Lista TIP e trabalho escravoEm alguns dos casos em que a exploração infantil ocorre concomitante às formas de escravidão contemporânea, os serviços desempenhados por jovens, não raro, coincidem, por um lado, com aquelas descritas na Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil (Lista TIP). Com as bases lançadas em 1999 pela Convenção 182 da OIT, a Lista TIP passou a valer no País em 2008, a partir do decreto número 6.481, assinado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na relação, constam 89 atividades, com suas descrições e consequências para a saúde de crianças e adolescentes que as desempenham.

A legislação brasileira define o emprego de escravos como crime, previsto no artigo 149 do Código Penal. E, quando a prática incide sobre crianças e adolescentes, a pena aos infratores é mais severa. Para aqueles que utilizarem de mão de obra escrava, espécie de violação dos direitos humanos no interior das relações trabalhistas, a punição prevista é a de prisão por um período de até oito anos, além de multa, conforme a gravidade da violência praticada.

Nas recentes inclusões no cadastro federal de empregadores com trabalho escravo há a ocorrência, por mais de uma vez, de alguma das piores formas de exploração infantil previstas na Lista TIP.

Suja, e nas piores formasAdelson Souza de Oliveira está na "lista suja" do trabalho escravo pelo flagrante de quatro trabalhadores em situação análoga à de escravo, ocorrido em 2007, na Fazenda Verena II, no município de Novo Repartimento, no Pará. À época, o empregador era o então prefeito da cidade de Iaçu, na Bahia, pelo PMDB. Um pai e seus três filhos, um deles com menos de 17 anos, eram responsáveis pela limpeza do pasto do rebanho bovino criado na propriedade. Segundo a Lista TIP, a atividade desempenhada pelo adolescente, na ocasião, poderia lhe provocar cortes, perfurações e lhe expunha ao risco de doenças ou outros acidentes, pelo contato próximo a animais.

No desempenho de serviços semelhantes, e sujeito aos mesmos riscos, um grupo de sete pessoas, entre as quais crianças, foi resgatado da escravidão, em 2012, em uma área pertencente à empresa Líder Agropecuária - incluída na "lista suja" e que tem como um dos sócios o deputado estadual Camilo Figueiredo (PSD/MA). A água que o contingente libertado utilizava, para banho e consumo, era a mesma da qual os animais da Fazenda Bonfim, na zona rural de Codó, no Maranhão, bebiam.

O parlamentar maranhense, no entanto, não é o único político nessa situação. O deputado federal Urzeni de Rocha Freitas Filho (PSDB/RR) consta na "lista suja", acrescido também ao fato de ter se beneficiado de trabalho infantil, segundo o Ministério Público Federal em Roraima (MPF/RR).

Entre um grupo de 16 resgatados sob responsabilidade de Sérgio Luiz Xavier, havia um adolescente com 16 anos de idade responsável pela aplicação de agrotóxicos. Conforme a Lista TIP, esse tipo de serviço, em contato com venenos, pode provocar desde problemas respiratórios até, em casos mais graves, doenças cardíacas. Então proprietário da Fazenda Terra Roxa, localizada em Cumaru do Norte, no Pará, o empregador entra para a "lista suja" por conta desse flagrante de trabalho escravo ocorrido durante o ano de 2006.

Outro episódio em que os empregos de trabalhos infantil e escravo aconteceram conjuntamente foi tema de reportagem publicada este ano. Juntamente a um grupo de 34 resgatados, todos imigrantes vindos do Paraguai, sete adolescentes trabalhavam na colheita de mandioca, na Fazenda Dois Meninos, de propriedade de Cleber Geremias, em Naviraí, no Mato Grosso do Sul. Na ocasião, depois de libertados da condição de escravo, a Polícia Federal (PF) notificou os estrangeiros a deixar o país. A ação da PF foi alvo de polêmica e contrariou medidas de acolhimento a migrantes vítimas da escravidão, ratificadas pelo Estado brasileiro.

Foto: SRTE-MT

http://www.protecao.com.br/noticias/geral/lista_suja_do_trabalho_escravo_inclui_exploracao_infantil/A5jbAcjg

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Mulher é sugada por aspirador em moinho

A mulher foi identificada como Isabel Medeiros de 44 anos...
Uma mulher de aproximadamente 40 anos ficou gravemente ferida na manhã de hoje (10) em uma cooperativa localizada na BR-277, saída para Curitiba.
Segundo informações dos socorristas do Siate, ela foi sugada por um aspirador do moinho.
Além dos socorristas, a médica do Siate também prestou atendimento. Quando os bombeiros chegaram ao local, a vítima já havia sido retirada do equipamento.
Conforme os socorristas, ela apresentava traumatismo craniano, fratura exposta em clavícula e queimaduras no abdômen.
Ela foi encaminhada ao Hospital São Lucas.
A CGN entrou em contato com a assessoria de imprensa da cooperativa que informou que estava buscando informações sobre o caso.
Últimas informações
De acordo com o Boletim de Ocorrências dos Bombeiros, a mulher foi identificada como Isabel Medeiros de 44 anos.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Chefes pedem mais segurança nos boxes após acidente com cinegrafista

VÃO ESPERAR MORRER ALGUÉM PARA TOMAREM  PROVIDENCIAIS! 2º ACIDENTEEM MENOS DE 2 MESES. 

Na Alemanha, funcionário foi atingido por roda solta de carro de Webber. Ele fraturou clavícula, quebrou duas costelas e teve concussão cerebral

MOSAICO CInegrafista gp da alemanha (Foto: Agência AFP)
O acidente com um cinegrafista atingido por um pneu solto de Mark Webber (RBR) no GP da Alemanha deste domingo expôs os perigos presentes no pitlane durante treinos e corridas de Fórmula 1. O britânico Paul Allen, funcionário da FOM (Formula One Management) quebrou uma clavícula, duas costelas e sofreu uma concussão cerebral. Ele está em observação em hospital em Koblenz, na Alemanha. O episódio levou chefes de equipe a pedirem à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) revisão nos procedimentos de segurança nos boxes. A partir de 2014, o uso de capacete será obrigatório para todos os envolvidos em um pit stop. Entretanto, após o incidente, a sugestão é que a medida se estenda para todos as pessoas que trabalham nos boxes durante as corridas, como dirigentes, câmeras, fotógrafos, repórteres e assessores, por exemplo.
- Felizmente, nossos mecânicos conseguiram desviar, mas, infelizmente, o cinegrafista, não. Foi bastante desagradável. Acho que a partir do que vimos, todo mundo no pitlane deveria ter um capacete – sugeriu, à revista inglesa “Autosport”, Ross Brawn, equipe cujo box era onde Paul estava localizado no momento em que foi acertado.
Christian Horner, chefe da RBR – equipe multada por ter liberado Webber sem que os mecânicos fixassem a roda corretamente – alertou os perigos e concordou com Brawn sobre a necessidade de maior segurança.
- Esses carros possuem muita energia. Isso é uma mostra de que as coisas podem dar errado. Os mecânicos usam equipamentos de segurança e capacetes. Talvez seja a hora de olharmos para que pessoas da equipe operacional tenha esses equipamentos também. Os cinegrafistas ficam muito perto da ação. Eles conseguem ótimas imagens, mas o ambiente é perigoso. Precisam de algum equipamento de segurança. Lesões na cabeça, em particular, são desagradáveis – analisou Horner.


Operário sobrevive após queda de 18 andares em prédio de Santos, SP

Ele trabalhava no 32º andar, caiu em um poço e foi encontrado no 14º.
Acidente aconteceu nesta segunda (8) em um prédio em construção.

Prédio em construção onde aconteceu o acidente, em Santos (Foto: Mariane Rossi/G1)  

Um operário sobreviveu depois de cair de uma altura de 18 andares de um prédio em construção, na manhã desta segunda-feira (8), em Santos, no litoral de São Paulo.

Segundo testemunhas, o acidente aconteceu por volta das 8h30, em uma construção de um prédio localizada na rua Euclides da Cunha. Os operários que trabalham na obra disseram à policia que ouviram um forte barulho. Logo em seguida, eles encontraram o colega de trabalho caído no 14º andar do prédio.
De acordo com funcionários da construtora BKO, responsável pelo operário acidentado, ele estava trabalhando no 32º andar e caiu em um poço, uma espécie de vão entre os andares. O prédio em construção tem 35 andares e estima-se que o operário passou por 18 andares antes de cair no 14º. Os funcionários também disseram que o trabalhador estava usando os equipamentos de segurança. "Ninguém sabe o que aconteceu. É o risco que a gente corre", disse o operário Márcio Marcelo, que trabalha na mesma obra.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para fazer o resgate do operário, que foi levado em estado grave, porém estável, para o Pronto Socorro Central de Santos. A Polícia Militar também foi até o local para averiguar o acidente. A perícia técnica também analisou a obra e irá ajudar a investigar a causa do acidente. A administração da construtora não quis falar com a reportagem sobre o acidente.
Prédio em construção onde homem caiu do 32º andar, em Santos (Foto: Mariane Rossi/G1)
http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2013/07/operario-sobrevive-apos-queda-de-mais-de-15-andares-em-santos-sp.html